abañeenga

See also: abaneenga

Portuguese

Noun

abañeenga m (uncountable)

  1. obsolete spelling of abanheenga
    • 1876 March, Batista Caetano de Almeida Nogueira, “Apontamentos sobre o Abañeênga: tambem chamado Guarani ou Tupi, ou Lingua Geral dos Brasis”, in Ensaios de scienca por diversos amadores, Rio de Janeiro: Brown & Evaristo, Prolegomeno, pages 18–19:
      A denominação de língua geral, portanto, dada ao abañeênga (ou tupi ou guarani) significava que essa lingua era aquella que era fallada e entendida por maior numero de tribus, esparramadas em uma vasta superfície.
      The name “general language”, therefore, given to “Abañeenga” (or Tupi or Guarani), meant this language was the one spoken and understood by the largest number of trbies, scattered over a large surface.
    • 1879, Batista Caetano de Almeida Nogueira, “A etymologia da palavra emboaba”, in Revista brazileira, volume 2, year 1, Rio de Janeiro, page 358:
      Já se vê, ha material e abundante para o philologo na collecta dos dizeres do abañeenga conservados em alguns livros []
      One can already see, there's plenty of resources for the philologist in search for “Abañeenga” terms conserved in some books []
    • 1881, João Capistrano de Abreu, Manuel Tristão, “Notas”, in Fernão Cardim, Do principio e origem dos indios do Brasil e de seus costumes, adoração e ceremonias, Rio de Janeiro: Typographia da Gazeta de Notícias, pages 63–64:
      Os homens, como emfim acham no diccionario, que cedro vem de cedrus (latim) e este vem de kedros (grego), ficam muito satisfeitos com isso, nada mais exigem em relação á palavra cedro, mas continuam a exigir uma explicação do vocabulo cabiúna, que elles querem vêr decomposto e distrincado em radicaes, sem se lembrarem que bastaria então ao estudioso de linguas americanas responder-lhes: «é uma palavra do Abañeenga, justamente como kedros o é do Grego.»
      Men, as they find in the dictionary that cedro comes from cedrus (Latin) and this one from kedros (Greek), they feel very satisfied with that and require nothing more of the word cedro, but still require an explanation for the word cabiúna, which they want to see decomposed and broken into roots, not remembering that it is enough for the American languages scholar to answer them: “It's a word from ‘Abañeenga’, just like kedros is from Greek.”
    • 1890 [1872–1887], chapter IX, in João Barbosa Rodrigues, compiler, Poranduba Amazonense ou Kochiyma-uara Porandub, Rio de Janeiro: Typ. de G. Leuzinger & Filhos, page 233:
      Em Santarém, onde melhor se fallou o abañeenga, ainda hoje dizem erimbaê, em vez de cochiymá
      In Santarém, where “Abañeenga” was most spoken, they to this day say “erimbaê”, instead of “cochiymá”.
    • 1922, Rodolfo Garcia, “Ethnografia” (chapter 10), in Diccionario historico, geographico e ethnographico do Brasil, volume 1, Rio de Janeiro: Instituto Historico e Geographico Brasileiro, page 254, column 1:
      Ao conjuncto dessas linguas convencionou-se chamar Abañeênga, ou Tupí antigo, que inclue o Tupí da Costa, por opposição Neengatú, ou Tupí moderno.
      It became a convention to call this group of languages “Abañeenga”, or Old Tupi, in opposition to Nheengatu, or Modern Tupi.